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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Vender é Humano

 

Cara, se você está afim de dar uma reviravolta no final do ano e começar o próximo com uma vibe nova, "Vender é Humano" pode ser uma leitura poderosa. O livro não é só sobre vendas de produtos, mas sobre como a gente vende nossas ideias no dia a dia, no trabalho, na vida. O Daniel Pink fala de uma forma fácil de entender, sem aquela coisa formal chata. A ideia é que ele nos faz pensar nas nossas interações, como nos comunicamos, e ele dá umas dicas práticas de como melhorar isso. O livro é leve, então dá para ler numa boa, mesmo no meio das festas. Eu curti pra caramba e acho que vale a pena para dar aquele gás para o ano novo.

"Vender é Humano" é uma obra cativante e provocativa de Daniel Pink, na qual ele desafia a visão convencional de vendas e explora como todos nós, em alguma medida, estamos envolvidos em atividades de venda em nossas vidas cotidianas. O livro começa desconstruindo a imagem tradicional de vendedores como manipuladores de informações, destacando que a maioria das interações diárias envolve alguma forma de persuasão. Pink introduz a ideia de que, em vez de considerarmos a venda como uma atividade exclusiva de alguns profissionais, devemos reconhecer que a capacidade de mover os outros é uma habilidade inerente a todos.

Uma das principais mensagens do livro é que a venda não é apenas sobre trocas comerciais, mas também sobre criar conexões significativas. Pink argumenta que a empatia e a compreensão das necessidades dos outros são essenciais para o processo de persuasão. Ele destaca que o vendedor eficaz é aquele que busca entender o ponto de vista do cliente e oferece soluções que verdadeiramente agregam valor. Ao longo do livro, Pink utiliza pesquisas científicas, estudos de casos e exemplos do mundo real para sustentar suas ideias. Ele explora a importância da honestidade, autenticidade e transparência no processo de persuasão, desmistificando a antiga ideia de que vender é manipular ou forçar alguém a fazer algo contra a sua vontade.

Outro aspecto interessante do livro é a discussão sobre como a tecnologia está transformando a natureza da venda. Pink explora como as mídias sociais e as ferramentas digitais estão empoderando os consumidores, tornando a transparência e a reputação mais cruciais do que nunca. "Vender é Humano" não apenas desafia as percepções convencionais de vendas, mas também oferece insights práticos e estratégias para aprimorar nossas habilidades persuasivas em todas as áreas da vida. A escrita acessível e envolvente de Pink torna este livro acessível a um público amplo, desde profissionais de vendas até líderes empresariais e qualquer pessoa interessada em entender melhor as dinâmicas da influência humana. Em resumo, é uma leitura estimulante que incentiva a reflexão sobre como interagimos e persuadimos os outros em nosso dia a dia.

Quando Daniel Pink se refere a "vender" em seu livro "Vender é Humano", ele está usando o termo de forma ampla, não se limitando apenas à troca de produtos ou serviços. Pink argumenta que a venda não é uma atividade exclusiva de profissionais de vendas, mas algo que todos nós fazemos em diferentes aspectos de nossas vidas, incluindo a venda de ideias. No contexto do livro, "vender" engloba persuadir, convencer e influenciar em diversos cenários, como persuadir colegas de trabalho a apoiar um projeto, convencer amigos sobre um plano para o fim de semana, ou influenciar membros da família a adotar uma determinada perspectiva. Pink destaca que, em muitas interações cotidianas, estamos envolvidos em atividades que exigem a habilidade de vender nossas ideias, opiniões ou pontos de vista.

Ao ampliar o conceito de vendas dessa maneira, Pink incentiva os leitores a reconhecerem a importância das habilidades de persuasão em diversas áreas da vida, não apenas no contexto comercial tradicional. Isso reflete a ideia central de que a capacidade de mover os outros é uma habilidade valiosa e inerente a todos, independentemente da profissão ou função específica. O livro "Vender é Humano" de Daniel Pink pode ser relacionado de várias maneiras ao ambiente de escritório, especialmente quando há a presença de pessoas de diferentes setores e funções.

Grande parte de minha vida profissional foi dedicado ao trabalho de chefia e gerenciamento em escritório, quando li o livro me enxerguei trabalhando e vieram a tona em minha memória muitas vivencias. O livro traz dicas interessantes que se conectam com meu modo de trabalhar de boa e evitando atritos e conflitos desnecessários, tudo de maneira natural sem falsidades, então eis algumas maneiras de fazer essa conexão com o que o livro e minhas vivências tem a dizer:

Comunicação Eficaz e a Persuasão Interdepartamental: Em um ambiente de escritório diversificado, as pessoas frequentemente precisam persuadir colegas de diferentes setores a apoiarem suas ideias. O livro oferece insights sobre como comunicar eficazmente, entender as necessidades dos outros e construir relacionamentos. Em escritórios, a gente vive tendo que convencer o pessoal de coisas, né? Esse livro dá umas dicas de como fazer isso sem ser chato.

Liderança Colaborativa, a Influência sem Autoridade Formal: Muitas vezes, colaboradores em um escritório precisam influenciar seus colegas mesmo sem ter autoridade formal sobre eles. O livro explora estratégias para influenciar positivamente, independentemente da posição hierárquica, ou seja, Mandar Sem Ser o Chefe: Às vezes, a gente precisa influenciar os outros mesmo sem ser o chefão. O livro fala sobre como fazer isso direito, sem abusar.

Trabalho em Equipe, Cooperação e a Negociação de Ideias: Em um ambiente diversificado, é essencial negociar e vender ideias para promover a colaboração. As habilidades discutidas por Pink, como empatia e compreensão, são valiosas ao buscar consenso e cooperação, então vamos Trabalhar Juntos de Boa: Como o pessoal é de áreas diferentes, precisa rolar uma negociação de ideias. O livro ensina a se dar bem nessa.

Adaptação à Mudança, Resiliência e Flexibilidade: O ambiente de escritório muitas vezes passa por mudanças. O livro aborda a necessidade de ser resiliente e flexível, adaptando-se às situações em constante evolução, o que é relevante em ambientes corporativos dinâmicos. Não vamos nadar contra a correnteza, senão vamos nos afogar, então vamos Aceitar as Mudanças: Escritório vive mudando, né? O livro ajuda a lidar com isso de boa, sendo flexível e tal. Está aí uma coisa que gosto muito, mudanças!

Cultura Organizacional, Transparência e Autenticidade: Pink destaca a importância da transparência e autenticidade na persuasão. Esses princípios podem ser aplicados para fortalecer a cultura organizacional, promovendo a confiança e o engajamento entre os funcionários. Para isto precisamos ter Relacionamentos Sinceros: Ele fala sobre ser sincero e transparente, o que é ótimo para criar um ambiente de confiança entre o pessoal.

Desenvolvimento Profissional, e o Aprimoramento de Habilidades Pessoais: O livro oferece insights práticos para aprimorar habilidades de comunicação, negociação e influência, o que pode beneficiar profissionais em diferentes setores na busca por seu desenvolvimento profissional. Então se deseja Crescimento Profissional: Se você quer se dar bem na carreira, o livro dá umas dicas de como melhorar suas habilidades de comunicação e negociação.

Feedback Construtivo, uma Abordagem Positiva na Persuasão: Pink destaca a importância de uma abordagem positiva na persuasão. Essa mentalidade pode ser aplicada ao dar feedback construtivo, promovendo uma cultura de melhoria contínua.   A vida nos ensina a viver em mão dupla, então vamos ao Feedback de Boa: E para dar feedback sem criar climão, ele sugere uma abordagem positiva, o que é bem massa.

Resumindo o porquê ler o livro "Vender é Humano", ele fornece um conjunto de ferramentas conceituais e práticas que podem ser adaptadas e aplicadas em ambientes de escritório para melhorar a comunicação, colaboração e influência entre pessoas de diferentes setores e funções. é um guia prático para sobreviver e se dar bem no escritório, cheio de dicas que você pode aplicar na vida real! Eu li e confesso que as dicas são realmente aplicáveis no cotidiano de qualquer ambiente de trabalho, seja num escritório ou não, é uma dica para bem viver se relacionando bem, portanto entendo que seja uma forma de ter novas perspectivas para o ano novo que se avizinha.

Fonte:

Pink, Daniel. Vender é humano [recurso eletrônico]/ Daniel Pink; tradução de Débora Chaves. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Teia de Identidades


Somos, estamos sendo, deixamos de ser, pretendemos ser, vejamos como somos complexos, cada um são tantos ao mesmo tempo tentando ser uma personalidade, é difícil, a vida muda de contexto o tempo todo, e nós seres humanos amamos contextualizar. Então, vamos contextualizar adentrando a complexidade da identidade humana, um tema que permeia nosso cotidiano de maneiras mais intricadas do que usualmente percebemos. Ao refletir sobre quem somos, os rótulos que carregamos e os papéis que desempenhamos, deparamo-nos com uma teia intrincada de características e atributos que definem nossa singularidade.

Ao invés de nos enxergarmos como entidades estáticas, podemos nos assemelhar a camaleões sociais, adaptando-nos às nuances dos diferentes contextos em que estamos inseridos. Somos, por vezes, artistas expressivos, liberando nossa criatividade, enquanto em outros momentos nos transformamos em torcedores fervorosos, vibrando pelas vitórias dos nossos times. Esses são apenas lampejos superficiais da vastidão da complexidade humana. Por que não pensarmos sobre a multiplicidade dos atributos que compõem a identidade?

A natureza humana é intrinsecamente complexa e multifacetada, e as identidades que moldam nossa existência são tão diversas quanto as cores de um arco-íris. Somos seres dotados de uma capacidade única de se expressar e se identificar de maneiras diversas em diferentes momentos. Nossa vida é uma dança constante entre papéis e atributos, moldando uma teia intrincada que define quem somos, quem estamos sendo e quem já fomos.

O ser humano é inerentemente dual. Somos, ao mesmo tempo, seres estáticos e em constante movimento. A dualidade entre "ser" e "estar" reflete a complexidade de nossas identidades, que não são fixas, mas sim fluidas e em evolução constante. O "ser" representa nossa essência interior, aquilo que nos define independentemente do contexto externo. Somos filhos, irmãos, artistas, torcedores, e essas identidades fundamentais permanecem conosco ao longo da vida. Elas constituem a base de quem somos, contribuindo para a formação de nossa identidade central. Por outro lado, o "estar" é a expressão contextual de nossas identidades. Em diferentes situações e momentos, nos colocamos em papéis específicos, moldando nossa identidade de acordo com o ambiente. Na intrincada tapeçaria da identidade, a dualidade entre "ser" e "não ser" revela-se como um elemento crucial. Em determinados momentos, Nos deparamos com a encruzilhada existencial, onde a possibilidade de questionar e redefinir nossa essência se apresenta. Esses instantes de introspecção permitem que se navegue entre as facetas de nossa personalidade, ressignificando e abandonando identidades que já não ecoam em nossa jornada evolutiva. Nesse jogo sutil entre ser e não ser, tecemos nossa própria narrativa de autenticidade, aceitando a complexidade inerente à construção constante daquilo que é e daquilo que opta por não ser.

Podemos ser um professor na sala de aula, um torcedor vibrante no estádio, um artista inspirado no palco. Essas identidades transitórias refletem a adaptabilidade inerente à condição humana. Muitos de nós abrigam um artista interior, seja ele um músico, escritor, pintor ou criador em qualquer forma de expressão artística. Essa faceta de nossa identidade é frequentemente uma fonte de autoexpressão profunda, permitindo-nos comunicar emoções e pensamentos de maneiras únicas. Ser um torcedor vai além de simplesmente apoiar um time. É uma identidade carregada de emoções, vínculos comunitários e um senso profundo de pertencimento. Ser parte de uma torcida é incorporar uma identidade coletiva, uma experiência compartilhada que transcende o campo esportivo. As convicções políticas moldam uma parte significativa de nossa identidade. Ser de esquerda não é apenas uma posição política, mas uma expressão de valores, ideais e um compromisso com a justiça social. Essa identidade influencia nossa visão de mundo e nosso papel na construção de uma sociedade mais justa.

A identidade de professor vai além do papel profissional. Ela reflete um compromisso com a disseminação do conhecimento, a orientação de mentes jovens e a influência positiva na formação de futuras gerações. Ser um professor é incorporar a responsabilidade de moldar o pensamento e inspirar o aprendizado.

A dinâmica entre "estamos sendo", "somos" e "não somos" é um reflexo da nossa capacidade de adaptação e evolução. Estamos em constante transformação, assimilando novas experiências, desafiando e expandindo nossas próprias fronteiras. "Estamos sendo" é o processo contínuo de transformação. Somos moldados por nossas interações, aprendizados e experiências diárias. A identidade que expressamos em um momento específico reflete a síntese constante de influências externas e internas.

A essência do "somos" permanece como uma base inabalável. É a soma total de nossas identidades fundamentais, aquelas que resistem às mudanças superficiais e mantêm a coesão interna. É a âncora que nos conecta à nossa verdadeira natureza. O "não somos" representa a capacidade de abandonar identidades que não servem mais ao nosso crescimento. É a habilidade de desapegar de rótulos obsoletos, crenças limitantes e papéis que não mais nos representam. É um ato corajoso de autenticidade e autodescoberta.

A complexidade dos atributos humanos é uma jornada fascinante de autodescoberta e autenticidade. Ser e estar em uma teia de identidades é uma expressão da riqueza da experiência humana. À medida que abraçamos as diversas facetas de quem somos, reconhecemos a beleza da evolução constante e a capacidade de redefinir nossa própria narrativa. Nossa identidade é uma obra-prima em constante criação, tecida com os fios da experiência, paixão e autenticidade.

Se eu tivesse que escolher um filósofo para bater um papo descontraído sobre a complexidade dos atributos humanos abordada, eu definitivamente chamaria a Judith Butler para a roda de conversa. O dela com a performatividade de gênero é muito a cara desse negócio todo de "ser" e "estar" que estamos refletindo. A ideia de que a gente não nasce com uma identidade fixa, mas vai construindo ela com as ações do dia a dia, é muito interessante. É tipo a dualidade entre ser um "eu" fundamental e, ao mesmo tempo, ser um "eu" que se adapta ao contexto.

E Butler também tem aquela vibe de fluidez nas identidades, algo bem "estamos sendo" na prática. A vida é uma constante transformação, e ela captou isso direitinho na teoria dela. Sem contar que ela é toda a favor de questionar rótulos e normas, o que bate certinho com aquela ideia de "não ser" e se livrar de identidades que não fazem mais sentido. Então, se quiséssemos tomar um café e jogar esse papo fora, eu chamaria a Judith Butler na hora. Acho que ela ia dar aquele toque informal e provocativo que a gente precisa para entender melhor essa bagunça bonita que é a identidade humana.

 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Resenha do Livro “O Ócio Criativo” de Domenico de Masi


"O Ócio Criativo" é um livro escrito por Domenico De Mais (1938-2023), um sociólogo italiano, e foi publicado pela primeira vez em 2000. O autor propõe uma reflexão sobre as mudanças na sociedade contemporânea e como o conceito de trabalho e lazer evoluiu ao longo do tempo. O livro é como um convite para repensar nossa relação com o trabalho e o tempo livre. O autor italiano nos leva a uma jornada de reflexão sobre como as mudanças na sociedade contemporânea estão transformando a maneira como vivemos e trabalhamos.

A ideia central do livro é o conceito de "ócio criativo", uma abordagem que sugere que o avanço da tecnologia e a automação podem liberar tempo para atividades mais significativas e criativas. De Masi defende a importância de não apenas trabalhar por trabalhar, mas de encontrar um equilíbrio entre a produtividade e o desenvolvimento pessoal. De Masi argumenta que, com o avanço da tecnologia e a automação de muitas tarefas repetitivas, estamos entrando em uma era em que o trabalho tradicional está perdendo sua importância central. Ele cunha o termo "ócio criativo" para descrever uma nova forma de atividade que combina elementos de trabalho e lazer, destacando a importância de atividades que estimulam a criatividade e a inovação.

Ao longo das páginas, somos levados a pensar sobre o papel do trabalho em nossas vidas, além de questionar se o horário tradicional de trabalho é realmente o caminho para o sucesso e a satisfação. O autor argumenta que o ócio, longe de ser ociosidade pura, pode ser um terreno fértil para a inovação e a realização pessoal. O autor sugere que, à medida que as sociedades avançam, os indivíduos têm mais tempo para se dedicar a atividades que realmente desfrutam e que contribuem para o desenvolvimento pessoal e social. Ele defende a ideia de que o ócio não deve ser visto apenas como uma pausa do trabalho, mas como um tempo valioso para a busca de interesses pessoais, aprendizado contínuo e desenvolvimento de habilidades.

De Masi não apenas critica as limitações do modelo convencional de trabalho, mas também oferece uma visão otimista sobre o futuro. Ele nos encoraja a abraçar o potencial criativo do tempo livre, a buscar nossas paixões e a explorar novas formas de contribuir para a sociedade. De Masi também aborda questões relacionadas à globalização, mudanças no mercado de trabalho e a necessidade de equilibrar as demandas profissionais com uma vida mais rica em experiências significativas. Ele argumenta que a sociedade deve encontrar maneiras de valorizar e promover atividades que contribuam para o bem-estar e o desenvolvimento humano, em vez de apenas focar no trabalho tradicional como medida de sucesso.

De Masi não sugere que fiquemos deitados de pernas para o ar, ele não defende a indolência, o "ócio criativo", conforme proposto por Domenico De Masi, envolve atividades que combinam elementos de lazer e trabalho, contribuindo para o desenvolvimento pessoal, a inovação e a criatividade. Algumas atividades que podem ser consideradas parte do ócio criativo incluem aprendizado continuo, dedicação ao estudo e à aquisição de novos conhecimentos em áreas de interesse pessoal. Envolve a exploração de atividades criativas, como pintura, escrita, música, jardinagem, fotografia, culinária, entre outros. O desenvolvimento de iniciativas próprias, como iniciar um negócio, criar um blog, ou realizar projetos que tragam satisfação pessoal. Contribuir para a comunidade ou causas sociais, muitas vezes de forma voluntária, pode ser uma maneira significativa de passar o tempo. Exploração de novos lugares, culturas e experiências, podendo envolver turismo cultural, visitas a museus, exposições e outros eventos. Prática regular de atividades físicas que proporcionem bem-estar e equilíbrio, como yoga, corrida, ciclismo, entre outras. Participação em workshops, cursos e eventos que promovam o crescimento pessoal e profissional. O hábito de ler livros, artigos e escrever pode ser uma forma valiosa de estimular a mente e a criatividade. Atividades que promovam o autoconhecimento, redução do estresse e o desenvolvimento de uma mentalidade equilibrada. Participação em grupos e eventos que permitam a troca de ideias, experiências e a construção de relacionamentos significativos. O conceito de ócio criativo enfatiza a importância de equilibrar as responsabilidades profissionais com atividades que promovam o crescimento pessoal e a expressão criativa. A ideia é que essas atividades não sejam vistas apenas como passatempos, mas como parte integrante de uma vida plena e realizada.

Em uma linguagem acessível e envolvente, o autor nos leva a repensar o significado de sucesso, felicidade e realização. "O Ócio Criativo" é uma leitura inspiradora que desafia as noções tradicionais de trabalho e nos incentiva a buscar um estilo de vida mais equilibrado e significativo. "O Ócio Criativo" oferece uma perspectiva otimista sobre o futuro, sugerindo que, ao abraçar a criatividade e o desenvolvimento pessoal, as pessoas podem encontrar um equilíbrio mais satisfatório entre trabalho e lazer. Este livro é considerado uma obra importante para quem busca compreender as transformações sociais e econômicas em curso e refletir sobre o significado do trabalho e do tempo livre na sociedade contemporânea.

Fonte:

De Mais, Domenico 1938 – 2023. O Ócio Criativo. Entrevista a Maria Serena Palieri; tradução de Léa Manzi. Rio de Janeiro: Sextante, 2000