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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Acostume-se!

 

As vezes a gente sente como se estivesse sendo espremido entre prazos, expectativas e responsabilidades. Estou falando porque eu sei como é. A vida, às vezes, parece uma montanha-russa emocional que nos joga de um lado para o outro sem aviso prévio. Mas sabe de uma coisa? Talvez seja hora de encarar isso de frente e nos acostumarmos a viver sob pressão. Pode parecer estranho ou até assustador à primeira vista, mas a verdade é que a pressão é uma parte intrínseca da vida. Desde as demandas do trabalho até os desafios pessoais, estamos constantemente enfrentando situações que nos exigem lidar com a pressão. Então, por que não abraçar essa realidade e transformá-la em uma oportunidade para crescimento pessoal?

Afinal, é na pressão que encontramos nossos verdadeiros limites e descobrimos até onde podemos ir. É quando somos desafiados que aprendemos a nos superar, a encontrar soluções criativas e a nos tornarmos mais resilientes. A pressão nos força a sair da nossa zona de conforto e a enfrentar o desconhecido, e é aí que a mágica acontece. Mas não se engane, viver sob pressão não significa se deixar consumir pelo estresse e pela ansiedade. Não, não, não. Significa aprender a administrar essas emoções, a encontrar equilíbrio mesmo nos momentos mais turbulentos. É como um jogo de malabarismo, onde precisamos manter várias bolas no ar ao mesmo tempo, mas com prática e paciência, podemos dominar a arte do equilíbrio e surpreender até a nós mesmos.

Então, como podemos nos preparar para viver sob pressão? Bem, é como qualquer outra habilidade que queremos desenvolver: requer prática e dedicação. Vamos pensar como podemos equilibrar as bolinhas no ar. Primeiramente, Respire fundo: Parece simples, mas respirar profundamente pode fazer maravilhas quando estamos nos sentindo sobrecarregados. Tire alguns momentos para respirar fundo, concentrando-se apenas na sua respiração. Isso ajuda a acalmar a mente e a trazer clareza para lidar com a situação. Estabeleça prioridades: Nem tudo precisa ser feito agora mesmo. Aprenda a identificar o que é urgente e o que pode esperar. Priorize suas tarefas e concentre sua energia naquilo que realmente importa. Mantenha-se flexível: Nem sempre as coisas saem como planejamos, e está tudo bem. Esteja aberto a mudanças e adaptações. A flexibilidade é uma habilidade essencial para lidar com a pressão. Cuide de si mesmo: Não se esqueça de cuidar do seu bem-estar físico e mental. Faça pausas quando necessário, durma o suficiente, alimente-se bem e reserve um tempo para atividades que lhe tragam prazer e relaxamento. Aprenda com a experiência: Cada desafio que enfrentamos nos oferece uma oportunidade de aprendizado. Reflita sobre suas experiências, identifique o que funcionou e o que pode ser melhorado. O conhecimento é a nossa melhor ferramenta para lidar com a pressão.

Se Nietzsche desse seus pitacos sobre viver sob pressão, aposto que ele ia jogar a questão toda para a vontade de poder. Tipo, ele diria que a vida é tipo uma corrida louca em busca desse poder, e viver sob pressão é só uma parte do jogo. Provavelmente ele diria algo sobre ser um super-homem, tipo aquele cara que encara os desafios de frente e cria seus próprios valores. E o lance do "amor fati"? Ah, ele iria dizer que é tudo sobre abraçar o destino, as pressões e tudo mais, como se fosse parte do pacote completo da vida. Então, a moral da história é: abrace a pressão, encare de frente, e transforme isso em uma oportunidade para se tornar um super-homem do seu próprio destino.

Ainda dando ouvidos a nosso filósofo, ele incluiria em sua fórmula a ideia de que "aquilo que não nos mata, fortalece" é como dar um toque extra de filosofia ao mix. Ele realmente acreditava nisso. Nietzsche via os desafios e as adversidades como oportunidades de crescimento e fortalecimento pessoal. Então, quando enfrentamos pressões e dificuldades na vida e saímos do outro lado mais fortes, é como se estivéssemos vivendo essa máxima. Tipo, cada obstáculo, por mais difícil que seja, nos torna mais resilientes e preparados para os desafios futuros. É como se fosse um treino constante para nos tornarmos o melhor que podemos ser. Então, abraçar essa ideia junto com viver sob pressão é tipo a cereja no topo do bolo da filosofia de Nietzsche. É como se a vida nos desse uma malhação constante, nos fortalecendo a cada desafio que enfrentamos.

Então, vamos encarar a vida de frente e abraçar a pressão como uma oportunidade para crescer e prosperar. Afinal, como diz o velho ditado, é na adversidade que encontramos nossa verdadeira força. Então, acostume-se, treine e prepare-se para uma vida cheia de desafios e conquistas. Não deixe se bloquear pela pressão, de antemão prepare-se para os momentos que lhe exigirão atitude, e veja, todos passamos por perrengues e precisamos estar preparados, então vá treinando e se preparando, porque o jogo da vida já começou e você já foi escalado, e é claro, já está jogando.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Um Lugar Comum

 

A vida, às vezes, pode parecer uma sucessão interminável de momentos previsíveis e rotineiros. Acordamos, vamos ao trabalho, cumprimos nossas responsabilidades e, eventualmente, nos recolhemos para dormir, apenas para repetir tudo de novo no dia seguinte. No entanto, há um sentimento crescente de que estamos destinados a algo mais do que essa monotonia diária, uma sensação de que as paredes do cotidiano não podem conter o anseio por uma existência mais profunda e significativa.

É como se as pessoas estivessem perdendo o interesse pelo que é comum, pelo que é previsível. Há uma inquietação latente, uma busca incessante por algo que transcenda as fronteiras estabelecidas pelo convencional. Afinal, quem disse que a vida deveria ser apenas uma sequência de eventos mundanos? Quem ditou que a existência se resume a uma série de tarefas cumpridas e obrigações preenchidas?

Talvez seja essa a razão pela qual muitos de nós saem em busca do desconhecido, dispostos a explorar os confins do mundo e os recessos de nossa própria alma. É uma jornada de autodescoberta, uma tentativa de encontrar significado em um universo que muitas vezes parece caótico e desprovido de propósito. E, nessa busca, encontramos um aliado poderoso: a voz dos pensadores espiritualistas, aqueles que ousaram desafiar as noções convencionais e mergulhar nas profundezas do ser humano.

Um desses pensadores é Alan Watts, filósofo e estudioso das tradições espirituais do Oriente. Watts instiga-nos a questionar as estruturas que limitam nossa compreensão da realidade, desafiando-nos a explorar as possibilidades infinitas que se estendem além do que é tangível e mensurável. Ele nos lembra que a vida é muito mais do que uma série de eventos lineares; é um fluxo interminável de energia e consciência, permeado pela interconexão de todas as coisas. Em suas palavras, Watts nos convida a abraçar a incerteza, a dançar com a ambiguidade e a abraçar a totalidade do ser. Ele nos lembra que, ao invés de buscar respostas definitivas, devemos aprender a viver as perguntas, a mergulhar nas profundezas do mistério que permeia cada respiração e cada batida do coração.

É nesse espírito de exploração e descoberta que encontramos a verdadeira essência da vida. Não se trata apenas de acumular experiências ou conquistar realizações materiais; trata-se de abrir nossos corações e mentes para a vastidão do universo, reconhecendo que somos parte de algo maior do que nós mesmos. Portanto, enquanto nos aventuramos pelo desconhecido, em busca de algo mais do que o comum, lembremo-nos das palavras sábias dos mestres espirituais que vieram antes de nós. Que seus ensinamentos nos inspirem a abraçar a beleza da jornada, a celebrar a diversidade da vida e a encontrar significado mesmo nos momentos mais simples e mundanos.

É a busca pelo extraordinário no ordinário que nos permite transcender as limitações da existência cotidiana e abraçar a plenitude de quem realmente somos. Então, vamos ousar sonhar além do comum, pois é lá, nas fronteiras da possibilidade, que encontramos a verdadeira magia da vida.

Agora me veio a lembrança uma estória, você já ouviu falar daquela história do João? Ele estava sempre buscando alguma coisa além do comum (ele e muita gente), tipo um Indiana Jones moderno. Viajava o mundo todo, explorando cada canto remoto, atrás de sabe-se lá o quê. Ele tinha essa ideia de que a felicidade estava sempre além do horizonte, num lugar exótico, cheio de mistérios e aventuras. Então, lá vai o João, atravessando desertos, escalando montanhas, mergulhando em mares desconhecidos... Era tipo um reality show, só que sem as câmeras. As pessoas achavam ele o máximo, vivendo essa vida de nômade, sempre em busca de algo mais.

Mas aí, um dia, o João dá de cara com um lugarzinho comum, uma cidadezinha pacata, no meio do nada. Nada de praias paradisíacas, nada de montanhas imponentes, só um punhado de casas simples e gente tranquila vivendo suas vidas. E sabe o que acontece? O João, depois de tanto rodar o mundo, percebe que a tal felicidade que ele tanto buscava, estava ali o tempo todo, bem debaixo do nariz dele. Ele começa a conversar com as pessoas, a compartilhar histórias, a sentir a calma daquele lugar.

E adivinha? O João descobre que a felicidade não estava num templo perdido ou numa ilha deserta. Estava ali, no calor humano, na simplicidade do dia a dia, nas pequenas coisas que a vida oferece quando a gente presta atenção. Então, o João decide ficar um tempo naquela cidadezinha, sabe? Deixa de ser o aventureiro destemido e se transforma no amigo de todo mundo, no cara que sabe o nome de cada um, que divide um café na padaria da esquina, que sente a vida pulsando ali, bem ali, no lugar mais comum do mundo.

E a lição que a gente tira disso tudo é que, às vezes, a gente passa tanto tempo buscando lá fora, que esquece de olhar para dentro, de valorizar o que está pertinho da gente. Então, fica a dica: não subestima o poder do lugar comum, porque é nele que a magia da vida muitas vezes se esconde.

Agora para outros que ainda não encontraram este tal lugarzinho, eles continuam viajando, então vamos falar um pouco a respeito do desejo de viajar, muitos lugares que encontramos pelo caminho são lugares comuns, não são ainda para nós, mas serão. E, ah, viajar, é tipo uma paixão universal. Tem um monte de coisas que nos motivam a querer sair por aí explorando o mundo. Primeiro, tem aquela coisa de escapar da rotina. Tipo, a vida pode ficar meio entediante se a gente fica só no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas todo dia. Viajar é como um escape, uma chance de dar uma respirada diferente, experimentar coisas novas, conhecer gente diferente.

E tem também essa coisa de curiosidade. A gente cresce ouvindo histórias sobre lugares distantes, culturas diferentes, comidas exóticas... É meio que uma vontade de ver com os próprios olhos o que tá lá fora, de vivenciar aquilo que a gente só via em fotos ou nos filmes. Outra parada é a busca por experiências. Tipo, cada lugar tem sua vibe, suas paisagens, suas pessoas, suas comidas... É tipo um buffet de sensações. E a gente quer provar de tudo, sentir aquele friozinho na barriga de conhecer algo novo, algo que muda a nossa perspectiva sobre a vida.

Ah, e não dá para esquecer daquela sensação de liberdade. Tipo, quando a gente está viajando, a gente se sente livre, meio que dono do próprio destino. Não tem rotina, não tem cobranças, é só você e o mundo, explorando sem rumo, sem pressa. E, claro, tem aquele negócio de criar memórias. Tipo, as viagens ficam marcadas na nossa mente, como aquelas histórias que a gente conta para os netos. É tipo uma riqueza que a gente guarda para sempre, momentos que a gente leva com a gente pra onde quer que a vida nos leve.

Enfim, viajar é tipo uma terapia, uma aventura, uma escola da vida, tudo junto e misturado. É a busca pela essência da vida, pela conexão com o mundo, pela descoberta do que realmente importa. E é por isso que a gente está sempre com a mochila pronta, pronto para botar o pé na estrada e ver o que o mundo tem para oferecer, queremos ver os lugares comuns deles que são incomuns para nós, até que se tornem comuns para nós e nós sigamos em frente em busca de mais aventuras. Então, vamos viajando procurando o incomum no comum até nos darmos conta que a felicidade pode estar no lugar comum. Então, me perguntei se a felicidade não estaria nos lugares, mas sim, na alegria por si só em viajar e sentir a liberdade de ir e vir, coisa que nosso espirito precisa sentir para se sentir livre.

Dizer e Mostrar


Você já parou para pensar na importância de falar sobre como nos comunicamos? Parece algo simples, não é? Afinal, estamos constantemente envolvidos em conversas, trocas de mensagens, compartilhamento de ideias. No entanto, quando mergulhamos um pouco mais fundo, descobrimos um mundo fascinante de significados, gestos e emoções que permeiam cada interação humana. É aí que entra Ludwig Wittgenstein, um sujeito que, lá nos confins do século XX, decidiu explorar os meandros da linguagem e da comunicação como ninguém antes havia feito. E o que ele descobriu, bem, isso nos faz repensar tudo o que pensávamos saber sobre como nos expressamos e nos conectamos uns com os outros.

Então, por que é tão importante falar sobre isso? Porque, meus amigos, a forma como nos comunicamos não é apenas um detalhe trivial em nossas vidas. É a cola que une nossas relações, a ferramenta que usamos para transmitir nossos pensamentos mais profundos e nossos sentimentos mais íntimos. Vamos embarcar em uma jornada através das palavras e dos gestos, onde cada conversa, cada sorriso, cada olhar carrega consigo um mundo de significado. Vamos explorar juntos a dança entre dizer e mostrar, e descobrir como ela molda quem somos e como nos conectamos com o mundo ao nosso redor.

Na trama complexa da vida cotidiana, encontramos uma interação constante entre o que dizemos e o que mostramos. Como se esse grande palco da existência exigisse tanto as palavras quanto os gestos para nos expressarmos plenamente. E nesse intrincado jogo, Ludwig Wittgenstein, o filósofo da linguagem, nos convida a dançar com a distinção entre dizer e mostrar. Imagine-se, por um momento, em uma sala de aula onde um professor tenta explicar um conceito abstrato a um aluno ansioso. As palavras fluem, as explicações são claras, mas é somente quando o professor faz uma demonstração prática que o conceito realmente se enraíza na mente do aluno. Aqui, o dizer e o mostrar convergem para iluminar a compreensão.

Mas a dança entre dizer e mostrar vai além das paredes da sala de aula. Ela se desenrola em cada interação humana, em cada expressão emocional, em cada obra de arte que admiramos. Quando um amigo sorri ao nos ver, quando um amante olha profundamente nos olhos, quando um artista pinta uma tela com cores vibrantes, estamos testemunhando a linguagem silenciosa do mostrar.

É nas pequenas sutilezas da vida que encontramos a riqueza dessa dança. Na troca de olhares entre pais e filhos, nas mãos que se estendem para ajudar um estranho, nas tradições que nos conectam com nossas raízes culturais. São esses momentos onde as palavras falham em capturar a complexidade da experiência humana, mas o mostrar revela o que está além das letras e dos discursos.

Em um mundo inundado por comunicações instantâneas e mídias sociais, muitas vezes nos esquecemos do poder do mostrar. Ficamos presos em um ciclo interminável de palavras digitais, esquecendo que a verdadeira conexão humana reside na linguagem do corpo, nas ações que tomamos e nas emoções que compartilhamos. Wittgenstein nos lembra que a linguagem vai além das palavras. Ela é tecida nas fibras do nosso ser entrelaçada nas nuances das nossas interações diárias. É através da dança entre dizer e mostrar que nos tornamos verdadeiramente humanos, que encontramos significado nas profundezas da experiência humana.

Agora você quer ver uma coisa interessante e que está bem a nossa frente? E no nosso cotidiano? a tese de Wittgenstein sobre dizer e mostrar certamente se estende às dinâmicas familiares, especialmente entre pais e filhos. É como aquele velho ditado: "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço", certo? É quase como se os pais estivessem fazendo uma dança complexa entre o que dizem e o que realmente fazem. E é aí que as coisas ficam interessantes, porque as crianças, espertas como são, não apenas escutam o que os pais dizem, mas também observam atentamente o que eles fazem. É como se houvesse uma linguagem não verbal acontecendo o tempo todo, e as crianças são mestres em decifrar esses sinais. Então, quando os pais dizem uma coisa e mostram outra na prática, estão enviando uma mensagem contraditória que pode confundir e até mesmo minar a confiança dos filhos. É um exemplo vívido de como o dizer e o mostrar estão constantemente entrelaçados em nossas vidas, moldando nossas percepções e entendimentos do mundo ao nosso redor.

Agora vamos pensar em algo que todos fazemos diariamente: o ato de cumprimentar alguém. Imagine que você encontra um amigo na rua e decide cumprimentá-lo. Agora, aqui está a questão: você pode dizer "Oi, tudo bem?" com um sorriso caloroso no rosto, mas se estiver olhando para baixo, mexendo no telefone ou parecendo distraído, o que você está realmente mostrando? Por mais que suas palavras transmitam uma mensagem de amizade e interesse, suas ações podem contar uma história diferente. É como se houvesse um descompasso entre o que você diz e o que você mostra, e é algo que acontece o tempo todo em nossas interações cotidianas. Essa discrepância entre dizer e mostrar pode afetar a qualidade de nossas conexões interpessoais, pois é a congruência entre nossas palavras e a linguagem corporal que realmente constrói a confiança e o entendimento mútuo. Portanto, nossas atitudes cotidianas, desde um simples cumprimento até a forma como nos comportamos em diferentes situações, são exemplos vivos de como o dizer e o mostrar estão intrinsecamente ligados em nossa vida diária.

Outra situação é quando dizemos algo para alguém, também podemos criar expectativas daquilo que iremos mostrar, e dependendo do que acontecer aos mostrar podemos decepcionar ou atender as expectativas. É como quando você promete a um amigo que vai ajudá-lo com um projeto importante. Você diz a ele que estará lá, que trabalharão juntos e que será incrível. Seu amigo, é claro, cria todas essas expectativas empolgantes sobre como será ótimo trabalhar com você e alcançar resultados incríveis. Mas então chega o dia e, por alguma razão, você não aparece ou não consegue contribuir tanto quanto prometeu. De repente, aquelas expectativas que você gerou começam a desmoronar. Seu amigo fica desapontado, talvez até um pouco chateado, porque o que você disse não correspondeu ao que você mostrou. É uma daquelas situações em que o dizer e o mostrar estão totalmente fora de sincronia, e o resultado pode ser uma decepção real. Por isso, é importante não apenas falar com cuidado, mas também garantir que nossas ações estejam alinhadas com nossas palavras. Afinal, é a harmonia entre o que dizemos e o que fazemos que constrói confiança e fortalece nossos relacionamentos.

À medida que chegamos ao fim desta reflexão sobre a dança entre dizer e mostrar, é impossível não sentir uma reverência renovada pelas complexidades da comunicação humana. Nossas palavras são mais do que meros veículos de informação; são pontes que conectam nossas mentes e corações, nossas experiências e nossos sonhos. Que possamos continuar a explorar as nuances dessa dança, aprimorando nossa capacidade de compreender e ser compreendidos, tanto nas palavras que escolhemos quanto nos gestos que compartilhamos. Pois, no final das contas, é na interseção entre o dizer e o mostrar que encontramos a verdadeira magia da comunicação humana, e é lá que reside a essência da nossa humanidade compartilhada. Então, vamos continuar dançando, explorando e celebrando a riqueza da linguagem que nos une.