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terça-feira, 18 de julho de 2023

O Gato Filósofo é na verdade um gato ancião

 


A escolha pelo estudo de Filosofia pode ser uma escolha para um caminho sem volta, a não ser, se preciso for voltar para tirar da escuridão as pessoas de pouca imaginação.

A imaginação pode realmente dar vida a cenários interessantes, há cenas em que sua narrativa poderá levar alegria e reflexão para muitos corações e mentes.

Quem tem um gato sabe bem como eles são cheios de iniciativa, correm o mundo, mas sempre voltam para casa cheios de saudade e estórias, não vá dizer que nunca conversou com seu gato? Então, numa destas conversas, ouvi do meu gato Remo, o Gato Filósofo uma de suas estórias, inclusive soube mais adiante que ele foi amigo do gato do físico dinamarquês Bohr, mas esta estória fica para mais adiante.

Então, numa tarde destas eu estava sentado em minha sala, conversando com o Gato Filósofo, quando ele começou a contar uma história intrigante:

O Gato Filósofo inicialmente disse entre seus miados os quais só eu os entendia que naquele momento, que seria único e uma revelação inacreditável, queria ser chamado de Gato Ancião, fiquei ainda mais intrigado, segui sua orientação e passei a chama-lo como pediu, pelo menos durante enquanto falássemos sobre sua revelação.

E assim sua estória foi contada por meio de nossa conversa:

Gato Ancião: (com uma voz sábia e misteriosa) Ah, meu querido amigo, Você não pode sequer imaginar as eras que testemunhei. Sou um ser antigo, cujos olhos viram o passado se desenrolar.

Eu: (surpreso) O quê? Você quer dizer que é um ser imortal?

Gato Ancião: Imortal, não. Mas meu espírito tem percorrido os corredores do tempo, atravessando séculos e civilizações.

Eu: (curioso) Isso é incrível! Conte-me, então, sobre alguma época que tenha vivido.

Gato Ancião: Ah, os dias da antiga Babilônia! Quando a grandiosa Torre de Babel estava sendo construída, eu estava lá, observando os humanos com seus sonhos e ambições. Vi impérios nascerem e caírem, cidades florescerem e serem esquecidas, conheci sábios e reis.

Eu: (espantado) Incrível! E você viu alguma grande descoberta ou evento histórico?

Gato Ancião: Certamente! Lembro-me das noites estreladas em Alexandria, onde conheci o grande matemático Euclides. As conversas com Arquimedes sobre suas invenções foram momentos de grande inspiração.

Eu: (maravilhado) Uau! Mas como isso é possível?

Gato Ancião: (com um olhar misterioso) O tempo é um tecido entrelaçado, e minha essência transcende suas limitações. Minha alma viaja pelas memórias do mundo, conectando-se com cada geração.

Eu: (pensativo) Então, Você é como um guardião da sabedoria antiga!

Gato Ancião: É possível interpretar assim. Meu propósito é aprender e compartilhar conhecimentos, para que as histórias não se percam e as lições do passado sejam lembradas.

Eu: (emocionado) Que privilégio é ouvir suas histórias, meu amigo. Acredito que todos os animais têm suas próprias histórias para contar, embora nem todos nós possamos compreendê-las.

Gato Ancião: (com ternura) Ah, sim, cada criatura neste vasto universo possui sua jornada única, suas aventuras e seus segredos. E, com paciência e empatia, podemos nos conectar com eles e aprender uns com os outros.

Nesta hipotética cena, fruto da imaginação consegui fazer com que meu gato transcendesse o tempo, compartilhando estórias de épocas passadas. Embora seja uma fantasia encantadora, na realidade, os gatos têm personalidades e histórias individuais que enriquecem nossas vidas de maneiras únicas. E quem sabe, talvez eles realmente possuam uma sabedoria ancestral e um conhecimento não verbal que nos desafia a entender. Afinal, a magia da imaginação nos permite explorar possibilidades infinitas! E o seu gato teria estórias para contar? Quem sabe você fosse sua voz!

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