Mandala
É, chegamos em dezembro, e já estamos curtindo as vibes do mês natalino e do último mês do ano! Já que estamos vivendo nesse clima de fim de ano, que tal falarmos sobre equilíbrio, dualidade e as ideias do nosso amigo Carl Jung? Pois então, hoje vamos falar sobre um tema que é tipo um encontro entre a psicologia do Carl Jung e aquela filosofia zen dos chineses - é o Yin e Yang se encontrando na mente humana, naquele estilo que só Jung sabe fazer.
Dezembro, com suas festas e reflexões de ano que passou, é tipo uma mistura de Yin e Yang. Tem a alegria das festas, a agitação do Natal, mas também tem aquela vibe mais reflexiva de fim de ciclo. Jung diria que isso é a dualidade natural da vida. O Yin e Yang dançando nas festas de fim de ano. Jung, o cara que fez a psicologia parecer mais maluca e interessante, falava muito sobre a dualidade na psique. Tipo, ele dizia que a nossa mente é tipo um ringue onde a consciência (Yin) e o inconsciente (Yang) fazem uma luta de MMA mental. E, para ele, o equilíbrio entre essas forças é que nos faz gente de verdade.
Pensando bem, tem todo aquele clima de magia no Natal, não é? Jung diria que isso é tipo a presença do animus e da anima, aquelas figuras internas que representam o masculino e o feminino. A dualidade natalina é como um encontro dessas energias, criando uma experiência mágica e equilibrada. Jung também falava sobre uns personagens internos que representam o Yin e o Yang dentro da gente. O animus (masculino na mulher) e a anima (feminino no homem) são como um casal cósmico tentando se entender. Integrar essas duas figuras é tipo fazer as pazes com a dualidade do ser.
E quando a gente chega no Réveillon, é quase como se a gente estivesse buscando o Self junguiano. É a virada de um ciclo, a oportunidade de se conectar com a totalidade de quem a gente é e de quem a gente quer ser. Uma espécie de equilíbrio cósmico que Jung tanto valorizava. Jung botava fé no "Self", uma espécie de essência suprema dentro da gente. Essa viagem espiritual era como uma coreografia entre Yin e Yang, onde a conexão com esse Self é tipo acender um foguete espiritual para a iluminação.
Então, que tal aproveitarmos esse mês de dezembro não só como uma época de festas, mas também como uma chance de equilibrar as dualidades da vida? Assim como Jung nos ensinou, a jornada interior é constante, e dezembro pode ser o palco perfeito para dançarmos ao som do Yin, do Yang e das nossas próprias harmonias internas. Que este dezembro seja um convite para celebrar a dualidade com consciência, equilíbrio e, é claro, um toque junguiano na trilha sonora da vida! Então, o que a gente tira disso tudo? A ideia é que, assim como na filosofia oriental, a dualidade é natural, e o equilíbrio entre as partes opostas é que faz a festa. A jornada de Jung pelo labirinto da mente humana é meio que uma montanha-russa psicológica onde a gente sai com uma compreensão mais profunda de nós mesmos. Pois é, a mente é tipo um baile cósmico entre o Yin e Yang, e Jung é o DJ que mistura essas batidas psicológicas. Então, que a nossa viagem interior seja cheia de harmonia, equilíbrio e, é claro, muita psicodelícia junguiana!
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