Blog de Filosofia e Sociologia trata de assuntos que rolaram durante a semana, tal como noticias, curiosidades, vídeos, musicas, educação, temas de filosofia, sociologia, teologia, enfim assuntos que também poderão ser discutidos em salas de aula e até nas conversas de cafeteria.
Dia
destes estava vendo um post no Instagram que achei interessante, vi a filmagem
e li a mensagem, logo comecei a conjecturar.
Pensar
como polvo é abandonar a obsessão por uma única ideia central e
aceitar que o pensamento pode se espalhar.
O
polvo não pensa em linha reta. Ele pensa com o corpo inteiro. Cada tentáculo
tateia o mundo por conta própria, sente, reage, aprende. Não há um “centro de
comando” tirânico dizendo exatamente o que fazer a cada segundo. Há
coordenação, mas também autonomia. Talvez seja isso que nos falte quando
insistimos em pensar tudo apenas com a cabeça.
Pensar
como polvo é aceitar que uma ideia pode nascer no desconforto, outra numa
conversa banal, outra ainda num silêncio constrangedor. É permitir que partes
de nós explorem caminhos diferentes ao mesmo tempo, sem exigir síntese
imediata. Nem tudo precisa virar conclusão; algumas coisas só precisam ser
tocadas.
No
cotidiano, isso aparece quando tentamos resolver um problema complexo e ele não
anda. Forçar lógica sobre lógica só endurece. O polvo faria diferente: mudaria
de textura, de cor, de ângulo. Testaria. Recuaria. Avançaria por outro lado.
Pensar como polvo é dar tempo ao pensamento distribuído — aquele que amadurece
enquanto lavamos a louça, caminhamos sem rumo ou ouvimos alguém falar de algo
que “não tem nada a ver”.
Há
também uma lição ética aí. O polvo sabe quando se esconder, quando se mostrar,
quando soltar a presa. Não insiste em tudo. Nós, ao contrário, nos apegamos a
ideias como se fossem identidade. Pensar como polvo é saber soltar um tentáculo
sem morrer por isso.
Talvez
o pensamento mais vivo não seja o mais brilhante, mas o mais sensível. Menos
rígido, menos vaidoso. Um pensamento que aceita explorar o mundo sem a
necessidade imediata de dominá-lo.
Pensar
como polvo, no fundo, é confiar que a inteligência não mora só na cabeça — ela
se espalha por todo o corpo que vive.
Tem
dias que a gente acorda se olhando no espelho com um estranhamento leve, como
quem revê um parente distante. Aquela ruga nova, o cabelo que já não obedece, a
pele que grita por descanso. E, mesmo sem querer, lembramos das fotos antigas,
dos corpos que tivemos ou desejamos ter, dos elogios recebidos e dos silêncios
constrangedores. É nesse jogo entre aparência e memória que as vaidades
ridículas se escondem — vaidades que o tempo, com sua elegância implacável, vai
retirando de cena.
O
corpo como vitrine social
O
corpo humano, talvez mais que qualquer outro elemento visível da nossa
existência, foi sequestrado pela cultura. O que deveria ser abrigo e expressão
da individualidade virou produto, vitrine, símbolo de status. Modelos sociais
de beleza mudam com a velocidade de um clique: o que ontem era invejado, hoje é
ultrapassado, e o que hoje é tendência, amanhã será ridículo.
Na
década de 50, a silhueta curvilínea era o auge do desejo. Nos anos 90, os
corpos magérrimos dominaram. Hoje, a beleza se mistura com performance: é
preciso estar em forma, mas sem parecer que se esforça demais. É o culto ao
“natural trabalhado”, onde tudo é artificial, mas tem que parecer espontâneo.
Uma simulação de leveza num sistema pesado.
A
vaidade como sintoma de pertencimento
Mais
do que vaidade, trata-se de pertencimento. Moldar-se ao ideal vigente é uma
forma de não desaparecer. Quando seguimos os padrões, não apenas buscamos
reconhecimento — buscamos evitar o abandono simbólico. Quem não é belo segundo
os padrões corre o risco de ser ignorado, de se tornar invisível. E
invisibilidade social é uma das formas mais cruéis de exclusão.
Há
uma radicalidade silenciosa — e por vezes brutal — nas mutilações modernas
feitas em nome da beleza. Corpos cortados, costurados, preenchidos, raspados,
esvaziados ou inflados, numa busca angustiada por pertencimento estético. O
bisturi, que antes era símbolo de reparo, tornou-se ferramenta de
reconfiguração da identidade. Mamas retiradas e recolocadas, costelas
removidas, narizes moldados como se fossem argila, pele esticada até que perca
a expressão. O que deveria ser autocuidado vira autonegação. É a dor disfarçada
de estética, a cirurgia plástica como ritual de passagem para um ideal que,
paradoxalmente, é cada vez mais inatingível. A mutilação aqui não é só física —
é simbólica: apaga-se a história do próprio corpo para caber numa moldura
inventada por algoritmos e publicidades.
O
tempo como libertador
O
tempo é o grande destruidor de ilusões. Não porque ele castiga o corpo — mas
porque ele revela o quão frágeis são as nossas referências. A beleza da
juventude envelhece. O rosto que ditava moda vira meme. O ícone de ontem se
torna caricatura.
É
curioso pensar que, com o tempo, algumas pessoas ganham uma beleza que antes
não tinham: a beleza de quem não precisa mais provar nada. O sorriso mais
solto, a roupa mais confortável, a presença mais inteira. Como escreveu Simone
de Beauvoir, “não se nasce mulher, torna-se mulher” — e talvez não
se nasce belo, mas se aprende a habitar o próprio corpo com dignidade e calma.
O
novo olhar: o corpo que fala
Um
ensaio sociológico inovador sobre beleza precisa levar em conta que estamos,
hoje, diante de uma multiplicidade de corpos e estéticas que desafiam os
modelos antigos. A internet abriu espaço para vozes que antes eram
marginalizadas: corpos gordos, pretos, trans, maduros, marcados por cicatrizes
ou doenças, todos ganhando voz e visibilidade.
Essa
revolução silenciosa não elimina a tirania dos padrões, mas a questiona. Há um
deslocamento importante: da beleza imposta para a beleza assumida. Uma estética
do eu, e não do dever ser.
A
autoestima como construção interna
Entre
a negação do corpo imposto e o acolhimento do corpo real, há um espaço de
reconstrução: o da autoestima ativa. Fazer algo por si — mudar o corte de
cabelo, praticar uma atividade física, cuidar da alimentação, dançar, vestir-se
com liberdade, fazer terapia — pode ser profundamente transformador. Quando
esses gestos partem de um desejo genuíno de bem-estar e não da vergonha de si,
eles se tornam potências de afirmação. A autoestima verdadeira não nasce do
espelho, mas do encontro consigo mesmo, da aceitação gradual da própria
história. Cuidar-se, então, deixa de ser obediência estética e vira celebração
íntima.
A
vaidade que resta
Não
há problema em gostar do que é belo, em querer parecer melhor. O problema está
em se tornar escravo disso. O tempo não destrói a vaidade — ele peneira. Vai
retirando as vaidades ridículas e deixando apenas aquelas que nos tornam mais
humanos, mais leves, mais honestos com nós mesmos.
Como
escreveu o filósofo brasileiro N. Sri Ram, em A Natureza da Beleza:
"A
beleza verdadeira é aquela que revela o íntimo, não a que o encobre."
E
talvez seja esse o ponto: que o tempo nos leve tudo que encobre. E nos deixe,
enfim, com o que somos.
A
gente costuma pensar que primeiro se pensa, depois se fala. Como se as palavras
fossem meros mensageiros de um conteúdo pronto, esperando pacientemente para
ser dito. Mas, e se for o contrário? E se a fala for, ela mesma, o que nos
permite pensar? Aquela conversa no banho, o desabafo com um amigo, até mesmo o
murmúrio no trânsito – seriam momentos em que a linguagem constrói a
consciência, e não o contrário?
Essa
ideia, embora pareça surpreendente, já vinha sendo intuída por alguns
pensadores e hoje é retomada por estudos contemporâneos de neurociência e
linguística. Neste ensaio, vamos explorar essa inversão provocadora: o sujeito
pensa porque fala. A fala não apenas expressa o pensamento – ela o inventa, o
organiza, o edita. E mais: ao falar, criamos a nós mesmos.
O
pensamento nu não existe
Imagine
um bebê que ainda não fala. Seus gestos e emoções são vivos, intensos, mas sua
capacidade de pensar sobre o que sente é limitada. É só quando ele começa a
adquirir palavras que consegue distinguir o medo da fome, o desejo da dor. O
filósofo Vygotsky já dizia que o pensamento e a linguagem se desenvolvem em um
entrelaçamento mútuo. O pensamento é uma névoa até que a palavra o condense.
A
neurociência contemporânea reforça essa visão: regiões do cérebro relacionadas
à linguagem (como a área de Broca e de Wernicke) estão intimamente conectadas
com redes de atenção, memória e planejamento. Falar é como esculpir o que
estava apenas esboçado em sensação. Pensamos melhor quando escrevemos, quando
conversamos, quando argumentamos. O silêncio pode ser fértil, mas é quase
sempre a palavra que transforma intuição em ideia.
Falar
como forma de se tornar
Cada
vez que contamos algo de nós mesmos a alguém, organizamos a narrativa da nossa
identidade. Não se trata apenas de informar. Estamos, ali, construindo sentido.
“Naquela época eu era muito impulsivo” – ao dizer isso, estamos não só
refletindo sobre o passado, mas nos diferenciando dele, assumindo um novo lugar
no tempo. A linguagem verbaliza a mudança interior.
A
filósofa Hannah Arendt dizia que a ação só se torna política quando é
acompanhada da fala. O ser humano se revela ao mundo pelo que diz, mais do que
pelo que pensa. Assim, o dizer é um ato de criação subjetiva. Falando, nos
tornamos visíveis – e, ao nos ouvirmos falar, também nos vemos.
Linguagem
como ferramenta inventiva
A
estrutura da linguagem molda a estrutura do pensamento. Idiomas diferentes
oferecem visões de mundo distintas. Para os esquimós, existem muitas palavras
para “neve”. Para alguns povos indígenas da Amazônia, o tempo não é dividido em
passado, presente e futuro. A forma como se fala determina o que se pode
pensar.
No
cotidiano, isso aparece quando buscamos uma palavra exata para nomear o que
sentimos – e, só quando a encontramos, conseguimos agir. O mal-estar vira
“ciúme”, ou “angústia”, ou “pressentimento”. Dar nome é mapear o território
interno. Wittgenstein já dizia: “os limites da minha linguagem são os limites
do meu mundo.”
Pensar
com a boca
Existe
uma sabedoria na fala espontânea. Às vezes, a gente só entende o que pensa
quando começa a explicar. Isso é comum em sessões de terapia, aulas, ou mesmo
numa conversa de bar. O pensamento se desdobra conforme a fala se articula.
Como se a mente esperasse a boca para ter coragem de se revelar.
Numa
perspectiva neurolinguística, esse processo envolve uma retroalimentação entre
as zonas cerebrais responsáveis pela formulação verbal e aquelas que coordenam
emoções, memória e juízo. O que dizemos influencia o que sentimos, e o que
sentimos influencia o que conseguimos dizer. Um circuito vivo.
A
fala é o útero do pensamento
Ao
contrário do que se pensa, a fala não é filha do pensamento – é sua mãe. Sem
linguagem, o pensamento se esvai em intuições fugidias. Com a linguagem, ele
ganha corpo, história, direção. Pensamos porque falamos, e falamos para nos
tornar.
Talvez
por isso conversar seja tão essencial à saúde mental. Ou por isso, quando
estamos confusos, dizemos: “preciso botar pra fora.” Ao falar, damos forma ao
informe. Ao ouvir a nós mesmos, nos compreendemos melhor. A linguagem é, no
fundo, um espelho falante – e talvez seja nela que finalmente nos encontramos.
A mãe natureza é sabia, ela procura
nos ensinar o tempo todo, com beleza e agilidade o pequenino beija-flor nos
chama a atenção, basta nosso olhar para imediatamente nos ligarmos a beleza da
lição através da poesia que cura nossa alma.
"Beija-flor bate asas da
cura" é uma expressão poética em português que pode ser interpretada de
diferentes maneiras, dependendo do contexto e da interpretação de cada pessoa. O
"beija-flor" é uma referência ao pássaro conhecido por sua beleza,
agilidade e pelo bater rápido de suas asas enquanto voa. O ato de bater asas
pode ser associado à ação rápida e enérgica, como uma metáfora para a busca
pela cura ou pelo alívio de algo.
Assim, "beija-flor bate
asas da cura" pode evocar a ideia de que, assim como o beija-flor bate
suas asas de forma rápida e incansável, podemos buscar ativamente a cura ou o
alívio de desafios, doenças, problemas ou dificuldades que enfrentamos em
nossas vidas. Pode sugerir uma atitude proativa e persistente em relação à
busca pela cura ou pelo bem-estar, simbolizando a determinação em superar
obstáculos e encontrar soluções para nossos problemas.
Em nosso caminho pela vida,
somos como o beija-flor que bate asas incansavelmente, assim como esse pássaro
gracioso, nós também enfrentamos desafios, dores e momentos de incerteza, a
sabedoria da natureza nos ensina que, mesmo diante das adversidades, podemos
encontrar força dentro de nós mesmos para superar qualquer obstáculo.
O beija-flor, com sua natureza
ágil e perseverante, nos lembra da necessidade de persistência e resiliência em
nossa busca pela cura espiritual, suas asas que batem rapidamente nos lembram
que a cura não é um destino, mas sim uma jornada constante e ativa. Cada batida
de suas asas representa nossa vontade de avançar, de superar nossos medos e
limitações, de buscar a paz interior e a cura do corpo, mente e alma.
Às vezes, a cura pode parecer
distante, mas se nos empenharmos com a mesma determinação que o beija-flor ao
bater suas asas, alcançaremos um estado de equilíbrio e bem-estar. Assim como o
beija-flor encontra néctar nas flores, nós podemos encontrar nossa cura nos
ensinamentos espirituais, na conexão com o divino e na compreensão do nosso
propósito na vida. Que possamos seguir o exemplo do beija-flor, batendo asas
com fé e confiança no processo de cura. Que possamos lembrar que cada desafio é
uma oportunidade para crescermos, para aprendermos a amar mais profundamente e
para nos aproximarmos da nossa verdadeira essência espiritual.
Que as batidas das nossas asas
tragam não apenas cura para nós mesmos, mas também para aqueles ao nosso redor,
espalhando a luz da compaixão e o calor do amor a todos os seres.
O beija-flor, em sua singeleza,
nos oferece uma profunda lição filosófica sobre a natureza da existência e a
busca pela cura espiritual. Suas asas que batem freneticamente para manter-se
no ar nos recordam da impermanência e dinâmica incessante da vida. Assim como o
beija-flor, somos seres em constante movimento, em um eterno fluxo de
experiências, lutas e superações. A cura, meu amigo, é um processo contínuo e
ativo. Assim como o beija-flor não pode descansar por muito tempo, devemos
persistir em nossa jornada em busca de equilíbrio e paz interior. Nossas asas
são nossas ações, nossos esforços e nossos pensamentos, que devem estar em
harmonia para alcançarmos a verdadeira cura.
A busca pela cura espiritual é
como a busca pelo néctar das flores. Exige agilidade, determinação e
discernimento para identificar as fontes que nutrem nossa alma e nos aproximam
da realização. Assim como o beija-flor escolhe com sabedoria as flores das
quais se alimenta, devemos discernir com clareza o que nutre nossa essência
espiritual e o que nos afasta da cura, além disso, assim como o beija-flor
contribui para a polinização das flores enquanto busca seu sustento, devemos
lembrar que, ao buscar nossa própria cura, também contribuímos para o bem-estar
e a harmonia do universo. Cada passo em direção à nossa cura pessoal é uma
contribuição para a cura do todo.
Que possamos, como o beija-flor,
manter nossas asas em movimento constante na busca pela cura interior. Que
possamos compreender a beleza da impermanência e abraçar a jornada em direção à
verdade e à harmonia.
Assim, seguimos em busca da sabedoria que nos eleva.
ORAÇÃO PARA CURA
BEZERRA DE MENEZES
Oração para Cura do
Corpo e Alma
*
Abençoado seja este dia meu Deus,
Depositando toda fé de Cura no senhor,
Enchendo-me de esperança,
Para prosseguir na estrada da vida,
E realizar com resignação teus propósitos,
*
Agradeço Pai amado,
Por mais este dia de viagem existencial,
Percorrendo minha caminhada,
Um passo de cada vez,
As vezes com dores, sofrimentos e tristezas,
Mas também feliz pelos momentos de alegria,
*
Deposito em tuas mãos, senhor
Deus,
Meu destino e todas as minhas aspirações,
Certo de que teus propósitos para mim,
São justos e bem vindos,
Os quais agradeço do fundo da minha alma,
Buscando sempre aprender as lições da jornada,
*
Rogo-te Pai Celestial,
A cura para minhas enfermidades,
Cujas doenças existentes em meu corpo,
E marcadas na minha alma,
São frutos de minhas próprias dívidas divinas,
E ações presentes e passadas,
Conscientes ou inconscientes na minha mente,
*
Auxilia-me generoso Deus,
Diretamente pelas tuas mãos abençoadas,
Ou através de teus anjos e missionários de luz,
Ao processo de cura e alívio de dores,
Iniciando-se pela limpeza energética,
E pela harmonização de meu corpo espiritual,
*
Sabendo-se amado Pai,
Que toda cura inicia-se pela sanidade da alma,
Peço que seja retirado de minha mente e de meu coração,
Todas as energias maléficas e larvas espirituais,
Pensamentos e sentimentos perniciosos,
Como as magoas, a inveja, a irritação e o egoísmo,
*
Saneada e fortalecida minha alma,
senhor Deus,
Rogo-te o amparo curativo para meu corpo físico,
Fortalecendo meus sistema imunológico,
Cicatrizando feridas e restaurando tecidos,
Expulsando do meus corpo as células malignas,
E revitalizando os órgãos enfermos,
Até a completa restauração de minha saúde,
*
Auxilia-me Pai Celestial,
A recuperar a auto estima e o amor próprio,
A reconquistar minha alegria de viver,
A expulsar de minha mente os pensamentos perniciosos,
A me libertar das influencias espirituais deprimentes,
Para que através da motivação pela vida,
Eu possa fortalecer minha saúde física e mental,
*
Peço-te humildemente amado Deus,
Tua misericórdia divina para com minha saúde,
E em troca de tuas bênçãos generosas,
Onde nada é impossível de ser alcançado,
Comprometo-me neste momento sublime,
Diante de ti e de todos os teus missionários de luz,
A um profundo processo de reforma intima,
*
Prometo amado Pai Celestial,
A envidar todos os esforços íntimos,
Para minha evolução espiritual,
Praticando o perdão e a superação das magoas,
Vencendo o egoísmo e a intolerância com o próximo,
E aproveitando todas as oportunidade que me forem oferecidas,
Para praticar a caridade e a ajuda ao próximo,
Como se estivesse auxiliando diretamente ao senhor meu Deus,
*
Por este processo de
melhoramento, amado Senhor,
Desejo ser digno de tuas bênçãos luminosas,
E aproveito para arrepender-me sinceramente,
Pelos erros do passado,
E pedir-te o perdão dos pecados,
Assim como me comprometo a perdoar todas as ofensas sofridas,
Deixando ti, oh! Senhor, o julgamento de todos nós teus filhos,
*
Assim, meu Divino Pai,
Aguardarei com paciência e resignação,
O tempo certo para receber minha cura,
Para sentir o alivio de minhas dores do corpo e da alma,
Depositando toda fé e esperança no senhor,
Confiante que receberei a cura de tuas mãos,
Para o prosseguimento de minha jornada terrena,